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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Municípios de todas as regiões brasileiras farão parte do projeto-piloto do Ministério das Comunicações


A Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações divulgou nesta segunda-feira a lista dos 80 municípios selecionados para a fase piloto do projeto Cidades Digitais. O MiniCom aprovou as propostas de 80 cidades em vários Estados brasileiros e também no Distrito Federal, com o objetivo de melhorar a gestão pública municipal, resultando em maior acesso das comunidades à internet e aos serviços de governo.

“O que nós queremos com a instalação dessas cidades? É contribuir com nosso país para que a gente tenha cada vez mais as gestões públicas mais transparentes – quanto mais transparente, nós sabemos que há menos corrupção. E que possamos criar uma cultura digital”, afirmou a secretária de Inclusão Digital do MiniCom, Lygia Pupatto, durante entrevista coletiva à imprensa, quando foram apresentados os resultados da seleção de cidades para o projeto.
As 192 cidades que participaram da seleção foram avaliadas conforme capacidade gerencial e técnica, sustentabilidade do projeto e expansão da rede. Elas foram classificadas por meio de pontuação de critérios, definidos no edital de chamada pública nº 01/2012, como o índice da receita corrente per capita da cidade, a disponibilidade de equipe de servidores públicos para treinamento, infraestrutura local, possibilidades de estabelecimento de parcerias para manutenção e operação do projeto e densidade domiciliar de acesso à banda larga.
Também pontuaram mais os municípios das regiões Norte e Nordeste – 49 municípios dessas regiões foram aprovados – e cidades com a população de até 50 mil habitantes. O Estado que obteve mais municípios autorizados foi o Ceará, com dez propostas selecionadas, seguido por Bahia, Paraíba e Pará, todos com nove cidades aprovadas. O Distrito Federal obteve a aprovação da região administrativa Cidade Estrutural.
Os recursos do resultado divulgado nesta fase deverão ser encaminhados para o Ministério das Comunicações, de acordo com o definido no edital, até o dia 9 de julho.
A secretária Lygia Pupatto reforçou que a iniciativa das Cidades Digitais vai ajudar prefeituras de todo o Brasil a cumprir as determinações da Lei de Acesso à Informação. A nova legislação determina que órgãos e entidades governamentais divulguem, na internet, informações de interesse geral da sociedade.

Sobre o Cidades Digitais - O projeto-piloto Cidades Digitais do Ministério das Comunicações possibilita a modernização da gestão das cidades com a implantação de infraestrutura de conexão de rede entre os órgãos públicos, de aplicativos de gestão pública, capacitação de servidores, a disponibilização de espaços de acesso público e gratuito à internet para a população. Proporciona o acesso da comunidade aos serviços de governo, além da inclusão digital dos municípios brasileiros, resultado em desenvolvimento local. O projeto conta, entre outros, com a parceria do Ministério do Planejamento, da Telebras, do Inmetro e do BNDES.

A rede das Cidades Digitais é composta por um anel de fibra óptica que interliga os órgãos públicos locais. Empresas integradoras,  contratadas por meio de pregão eletrônico, serão as responsáveis pelo fornecimento de equipamentos, serviços de instalação, suporte técnico e capacitação da administração municipal.  As empresas operarão a rede por seis meses e, por três anos, darão garantia de funcionamento da infraestrutura implantada. A avaliação, aceitação e certificação da rede serão realizadas pelo Inmetro. A infraestrutura básica e os aplicativos poderão ser expandidos, posteriormente, inclusive com financiamento do BNDES.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Oi leva ofertas do PNBL a mais 24 municípios paranaenses


Oi Velox nos moldes do PNBL tem 1Mbps de velocidade a R$ 29,90 mensais no Paraná

A Oi anunciou ontem (30/1) que levará as novas ofertas do Oi Velox nos moldes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) a 1.050 municípios do país. No Paraná, além dos 94 municípios que já eram atendidos, mais 24 serão contemplados (confira, abaixo, a lista completa).

Além das 300 cidades atendidas em 2011, mais 150 foram anunciadas em janeiro. Dando continuidade ao cronograma, em fevereiro e março outros 303 municípios receberão as ofertas e no período de abril a junho, 297 serão beneficiados. A companhia anunciará em breve outros 150 municípios que serão atendidos pelas ofertas, encerrando o semestre com 1.200 cidades contempladas.

Até o fim de 2014, as ofertas estarão disponíveis em todas as localidades-sede dos 4.800 municípios da área de atuação da Oi. As ofertas seguem o que estabelece o Termo de Compromisso de adesão ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), firmado pela Oi junto ao Ministério das Comunicações e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Por iniciativa do Governo Federal, o PNBL orientará o processo de popularização da internet no Brasil. O foco é a ampliação do acesso à banda larga no Brasil, promovendo a inclusão digital e reduzindo as desigualdades sociais e regionais no país.

A Oi, que já havia demonstrado sua capacidade de atuar na implementação de políticas públicas, levando banda larga às escolas brasileiras, tem orgulho de participar de mais um projeto tão relevante para o Brasil. Operando a maior rede de telecom do país, a Oi está presente nos lugares mais remotos do território nacional. E, com essa presença, a Oi dará uma grande contribuição ao processo de popularização da banda larga, fator essencial para o desenvolvimento do Brasil.

O Oi Velox nos moldes do PNBL oferece velocidade de 1Mbps e custa R$ 35 reais por mês. Nos estados em que foi concedida isenção de ICMS para serviços de banda larga, como é o caso do Paraná, a oferta é feita a R$ 29,90 mensais. Em ambos os casos, o cliente não precisa pagar pelo modem, cedido em regime de comodato. O cliente tem também a opção de escolher um provedor de acesso gratuito, conforme lista de empresas que atuam em parceria com a Oi, ou pagar por esse serviço, caso prefira um provedor que também seja parceiro da companhia mas cobre pelo serviço.
Conforme previsto no termo de adesão ao PNBL, o cliente pode optar também por uma oferta de serviços que inclua, além do Oi Velox nos moldes do PNBL, o Oi telefone fixo. Os detalhes sobre as condições comerciais das ofertas estão disponíveis no site da companhia (www.oi.com.br) e também podem ser consultados por meio de um número de televendas com ligação gratuita (0800 031 0001), que atende os interessados em adquirir as novas ofertas.

Nas cidades beneficiadas, o serviço está disponível para novos clientes e também para os já assinantes. Para facilitar a adesão ao serviço, a Oi parcelou o valor da habilitação em dez vezes de R$ 9,90 por mês na fatura do plano. Em atendimento ao compromisso assumido com o Governo Federal, o limite de download mensal, inicialmente estabelecido em 500 Mbytes, terá que ser dobrado para 1Gygabyte a partir de junho de 2013.

A companhia adotou uma estratégia de comunicação dirigida aos moradores das cidades atendidas, de forma a garantir uma ampla divulgação do serviço. Essa estratégia segue o padrão que a Oi já utiliza em suas campanhas para outros serviços, cujos anúncios continuarão sendo feitos normalmente nas demais cidades do país.
Além do investimento que a companhia está fazendo no programa de banda larga popular para massificar esse serviço no país, a Oi continuará investindo na oferta de banda larga de alta velocidade. Neste caso, o objetivo é atender aos usuários que necessitem de bandas maiores, que permitam combinar serviços de voz, dados e TV, incluindo a oferta de FTTH para o ano que vem. Hoje a Oi já oferece o serviço Oi Velox nas velocidades de 10Mb, 15Mb e 20Mb na maioria dos estados. Para a Oi, o mais importante é garantir banda larga de qualidade, com a maior cobertura possível, tanto nas áreas de maior concentração de consumo urbano quanto nas de menor concentração.

Sobre a Oi

A Oi, empresa pioneira na prestação de serviços convergentes no país, oferece transmissão de voz local e de longa distância, telefonia móvel, comunicação de dados e internet. A Oi está presente em todo o território nacional. Em setembro de 2011, a empresa possuía 67,1 milhões de clientes. Deste total, 42,9 milhões estavam em telefonia móvel, 19,1 milhões em telefonia fixa, 4,8 milhões em banda larga e 330 mil em TV por assinatura.

Pelo quarto ano consecutivo, a Oi integra o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&F Bovespa, refletindo o alto grau de comprometimento da companhia com a responsabilidade social e a adoção de práticas gerenciais sustentáveis. A Oi participa também da primeira carteira do Índice de Carbono Eficiente (ICO2) da BM&F Bovespa.


Municípios do Paraná que serão atendidos com ofertas do PNBL em fevereiro de 2012:

1. Cafeara
2. Catanduvas
3. Fernandes Pinheiro
4. General Carneiro
5. Ivaí
6. Lidianápolis
7. Maripá
8. Paranacity
9. Paula Freitas
10. Rio Bonito do Iguaçu
11. Santa Inês
12. São Jerônimo da Serra

Municípios do Paraná que serão atendidos com ofertas do PNBL em março de 2012:

1. Guamiranga
2. Jaguapitã
3. Jardim Alegre
4. Matelândia
5. Nova Santa Rosa
6. Santa Fé

Municípios do Paraná que serão atendidos com ofertas do PNBL entre abril e junho de 2012:

1.Mirador
2.Piên
3. Santana do Itararé
4. Sulina
5. Contenda
6. Guapirama

Municípios do Paraná que já eram atendidos com ofertas do PNBL:

1. Diamante do Sul
2. Jardim Olinda
3. Farol
4. Cruzmaltina
5. Espigão Alto do Iguaçu
6. Campo Bonito
7. São Pedro do Paraná
8. São Jorge do Patrocínio
9. Santo Antônio do Paraíso
10. Virmond
11. Salto do Itararé
12. Saudade do Iguaçu
13. Pinhalão
14. Vitorino
15. São Jorge d'Oeste
16. Bom Sucesso
17. Sabáudia
18. Manfrinópolis
19. Lindoeste
20. Ângulo
21. Salgado Filho
22. Cruzeiro do Sul
23. Ibema
24. Santa Lúcia
25. Paulo Frontin
26. Renascença
27. Teixeira Soares
28. Indianópolis
29. Tamboara
30. Francisco Alves
31. Pato Bragado
32. Marilena
33. Lunardelli
34. Mariluz
35. Itaipulândia
36. Mercedes
37. Fênix
38. Tijucas do Sul
39. Quatro Pontes
40. São Tomé
41. Iguaraçu
42. Juranda
43. Abatiá
44. Santa Tereza do Oeste
45. Borrazópolis
46. Cambira
47. Sertaneja
48. Moreira Sales
49. Japurá
50. Adrianópolis
51. Barbosa Ferraz
52. Bocaiúva do Sul
53. Cândido de Abreu
54. Cantagalo
55. Capanema
56. Capitão Leônidas Marques
57. Cerro Azul
58. Céu Azul
59. Colorado
60. Corbélia
61. Engenheiro Beltrão
62. Floraí
63. Floresta
64. Grandes Rios
65. Itaguajé
66. Itambé
67. Ivatuba
68. Jataizinho
69. Joaquim Távora
70. Jundiaí do Sul
71. Lupionópolis
72. Mandirituba
73. Manoel Ribas
74. Maria Helena
75. Marilândia do Sul
76. Marmeleiro
77. Mauá da Serra
78. Missal
79. Nova Aliança do Ivaí
80. Nova Aurora
81. Nova Londrina
82. Paranapoema
83. Peabiru
84. Piraí do Sul
85. Planalto
86. Porto Barreiro
87. Rondon
88. Santa Mônica
89. São João
90. São João do Ivaí
91. São Pedro do Ivaí
92. Tapejara
93. Vera Cruz do Oeste
94. Wenceslau Braz

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Usuários promovem "twitaço" contra a Oi, que responde com site informativo


Convocados pelo Idec, entidade de defesa do consumidor, internautas brasileiros realizaram na tarde desta segunda-feira, 30, um protesto no Twitter contra o pedido da Oi de revisão das metas de banda larga (fixa e móvel) propostas pela Anatel. Usando o marcador #oicontraqualidade, os consumidores extravasaram sua indignação, aproveitando que está aberta somente até quarta-feira, 1, uma consulta pública da Anatel sobre o tema.
Como resposta, a Oi pôs no ar um site (www.oiinforma.com.br) no qual justifica a sua posição. Basicamente, a operadora argumenta que a qualidade de uma conexão de banda larga não depende apenas da rede da prestadora, mas de diversos outros fatores, como conexões internacionais, infraestrutura de outras companhias, servidores e o próprio aparelho do consumidor. No caso da banda larga móvel, especificamente, cabe acrescentar, que há ainda outros fatores, como obstáculos físicos ao sinal e quantidade de usuários conectados a uma antena.
Em vez de estabelecer metas de velocidade mínima instantânea e média, a Oi propõe a criação de um sistema de medição de qualidade, gerenciado por entidade independente, com divulgação periódica dos resultados. A empresa acrescenta que não é prática internacional o estabelecimento de metas sobre redes que utilizam premissas estatísticas para o dimensionamento de ofertas. A Oi incluiu no seu site uma série de documentos referentes ao tema, como a íntegra de suas sugestões à Anatel, estudos de especialistas (CPqD, Freshfields e LCA) sobre medição de banda larga, um levantamento internacional da PriceWaterHouseCoopers indicando que não há precedentes similares de metas de qualidade de banda larga no exterior, e até uma avaliação do InMetro que indica a banda larga da Oi como aquela com melhor qualidade, dentre outros.

Fonte: Teletime

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Furukawa prevê crescimento na produção anual de fibras ópticas


A Furukawa prevê um mercado anual de 6 milhões de quilômetros de fibras em 2014, principalmente em função dos eventos Copa do Mundo 2014 e Olimpíadas 2016 e pelo PNBL (Plano Nacional de Banda Larga). 
“Em cinco anos essa demanda significará um volume total de 25 milhões de quilômetros de cabos de fibra, um crescimento de 10% ao ano para atender aos novos backbones e redes metropolitanas com links de longa distância, expansões e novos datacenters, além da popularização da TV Digital”, prevê o gerente de engenharia da furukawa, José Carlos Alcântara, em comunicado à imprensa.
“Para oferecer qualidade de sinal sem perdas e satisfazer as novas exigências dos usuários, com ganho de competitividade, é preciso investir em fibra óptica.”, diz o gerente de Engenharia da Furukawa, José Carlos Alcântara, observando que ao longo dos próximos anos os cabos ópticos deverão ocupar o lugar nas vendas de cabos de cobre, que ainda são amplamente usados em telecom. “Os pedidos por cabos de cobre à Furukawa ainda são grandes, mas o crescimento pode ser considerado pequeno.”, observa.

Fonte: Itweb

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Novos parâmetros para contratos de provedores irão melhorar qualidade, garante Telebrás

Teletime - 11/04/2011
Após realizar uma consulta pública sobre os contratos que serão assinados com os provedores de Internet para iniciar efetivamente o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), a Telebrás resolveu alterar os parâmetros previstos no projeto original. Em uma primeira interpretação, a estatal flexibilizou as regras permitindo que os provedores tenham mais do que 10 clientes por cada link contratado, o que poderia comprometer a qualidade da velocidade entregue ao consumidor final. Mas, segundo o presidente da Telebrás, Rogério Santanna, a mudança trará muitos benefícios por conta de um elemento até então não revelado.
Santanna admitiu que o projeto original foi alterado por conta de diversos pedidos de flexibilização dos contratos apresentados pelos provedores. Mas, no processo de mudança das regras, os provedores teriam concordado em adotar um parâmetro externo de controle de qualidade das conexões. E o sistema escolhido pela estatal, garante o presidente, acabará sendo bem mais rígido com relação ao controle de qualidade da velocidade comercializada.
Tratam-se de referência novas, ainda não divulgadas publicamente, estabelecidas em uma parceria entre o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e o Inmetro.
O parâmetro mais importante - e que acabou tornando desnecessária a limitação do número de clientes por cada link - é o que exige que os provedores entreguem de fato aos consumidores pelo menos 20% da banda de tráfego contratado na rede. Ou seja, se o link contratado foi de 1 Mbps, o provedor só poderá ter cinco consumidores conectados simultaneamente para cumprir o parâmetro de qualidade estabelecido pelo Inmetro.
"Na verdade, o novo acordo irá melhorar o desempenho da navegação ao invés de prejudicá-lo, como pode se pensar por conta do fim da limitação do número de clientes. Tiramos a limitação porque ela não é mais necessária já que o provedor terá que assegurar sempre uma entrega mínima de velocidade", explicou Santanna. O controle dessa oferta mínima também trará uma outra novidade para os contratos. A Telebrás só assinará acordos com os provedores que aceitarem instalar um equipamento de monitoramento da velocidade de provimento. Este equipamento também foi desenvolvido no convênio entre o CGI.br e o Inmetro e tem tecnologia nacional (existem outros modelos no mercado, de fabricantes estrangeiros). Ele consiste em um aparelho colocado nos servidores e nos locais que contrataram os serviços para monitoram a qualidade tanto da velocidade de saída quanto de chegada da Internet em banda larga que será comercializada dentro dos contratos do PNBL.
Com a regra de entrega mínima de 20% associada ao sistema de monitoramento, Santanna acredita que a Internet oferecida por meio da rede Telebrás poderá ter qualidade acima da média praticada no mercado. Hoje, as empresas de telecomunicações assegurem apenas 10% da velocidade contratada pelo cliente por contrato, índice que acaba tornando a experiência de navegação dos consumidores muito distante do esperado ao contratar o serviço.
Além do parâmetro da entrega mínima, o sistema de avaliação da qualidade desenvolvido pelo Inmetro contém mais uma dezena de referências técnicas que deverão ser seguidas pelos provedores que contratarem a rede da Telebrás.